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Socialclub: verão em clima campestre na passarela do PRMH
19.07.10 11:57 | comente este blog
Alisson Rodrigues é bacharel em Estilismo em Moda e especialista na gestão do design pela Universidade Estadual de Londrina. Exerceu a função de estilista e modelista em diversas marcas paranaenses e foi professor de modelagem pelo SENAI. Em 2010, teve a sua terceira participação no Prêmio Rio Moda Hype. Depois de duas apresentações, como Allison Rodrigues, no inverno 2009 (Urbanidades) e no verão 2010 (Urban Workers), esta é a primeira vez que ele trouxe a marca Socialclub.
A Socialclub foi criada em janeiro deste ano, visando o crescimento do mercado de moda masculina, ao lado dos empresários Sonia e Giancarlo Borghesi e do coordenador mercadológico Marcelo Tadeu, que atua no ramo da moda há mais de 20 anos, na Camisaria Nacional. Hoje, a marca está presente em mais de 70 pontos de venda espalhados por todo o país, incluindo as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Espírito Santo.
A coleção Onde brotam as flores… Cantam os pássaros trouxe um clima campestre para a passarela do 12º Prêmio Rio Moda Hype. Para o verão 2011, Alisson Rodrigues misturou a alfaiataria ao conforto da moda esportiva e ao humor da moda de rua. “A marca propõe a ideia de uma roupa mais casual mesmo, eu considero um mix entre a alfaiataria e a street wear. Eu procuro misturar os elementos em um só, criando uma roupa confortável para uso no dia-a-dia, sem compromisso de ser tão séria como a alfaiataria clássica, nem tão despojada como a moda de rua.”, explica o estilista.
O desfile brinca com a celebração da chegada das estações. As camisas vieram com estampas de florais e de pássaros, as calças por sua vez trouxeram listas e xadrez. Uma das apostas na passarela foram os looks com camisas por dentro das bermudas e das calças, além de chapeus de palha, capuzes e blazeres.
A cartela de cores oscila entre tons mais sérios, como o bege e o preto junto de rosa, cinza, azul, laranja e amarelo. “A coleção é uma celebração das estações quentes, eu trabalhei com a ideia mesmo de misturar tudo e celebrar a próxima estação. Nas peças temos a partida do inverno e a chegada da primavera e do verão com um boom de cores, onde entram os tons laranja e amarelo, é como a chegada do verão mesmo.”, comenta Alisson Rodrigues.
A coleção é harmoniosa, com peças comerciais e desejáveis, propõe um homem elegante e ao mesmo tempo despojado e leve como pede o verão. As peças foram confeccionadas em malhas em lã, linho, bambu e algodão. Nos acessórios, o stylist Vinnie Pizzingrilli inseriu cinturões de couro, óculos coloridos e sandálias. Os modelos apresentaram cabelo e maquiagem bem naturais. “Gosto de brincar que quero eles com cara de saúde. O cabelo ao natural é uma forma de mostrar como eles são diferentes um do outro, assim como é o meu público.”, explica o estilista.
Assista aos vídeos em:
http://www.rodadamoda.com/video.php?id_video=1078
http://www.rodadamoda.com/video.php?id_video=1079
Por Thais Padua, Rio de Janeiro.
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A obra de um dos ícones da fotografia moderna brasileira foi sintetizada em 57 imagens na exposição German Lorca: Olhar Imaginário, que está na Caixa Cultural do Rio de Janeiro até o dia 29 de agosto. O curador Eder Chiodetto selecionou as imagens que mais marcam o experimentalismo radical e a ruptura com o realismo dentro do vasto acervo do artista, que foi pautado pela influência absorvida a partir de movimentos como o surrealismo e o concretismo.
Nascido pouco depois da Semana de Arte Moderna de 1922, Lorca teve papel decisivo na implantação da fotografia de pensamento e estética modernista em meados da década de 1940. Hoje, aos 88 anos de idade e em plena atividade, o artista paulistano é considerado por historiadores como um marco da fotografia experimental no Brasil.
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Tudo começou com a paixão do arquiteto e curador do museu Richard Valansi pelo universo do design e principalmente pelo design de cadeiras. Desde o início da faculdade ele começou então a colecionar e hoje, possui mais de 1.500 peças, considerado o maior acervo da América do Sul e uma das mais importantes do mundo. “A cadeira não é um mero objeto de quatro pernas, quando você entra aqui nesta sala o que você vê é a criatividade de todo mundo, do design e também a influência dos materiais em cada objeto.”, afirma o arquiteto.
... /+/ "Wesley Duke Lee: exposição de obras inéditas na Pinakoteque Cultural" 09.08.10 15:35 | comente este blogWesley Duke Lee foi pioneiro em várias frentes artísticas, como a realização de happenings, performances, instalações e na discussão sobre o papel do mercado na arte nos movimentados anos 60. Nascido
Apesar do afastamento de uma geração que entrou de cabeça na arte política com o endurecimento do Regime Militar, Lee foi muito corajoso para desafiar instituições e apostar não no sucesso comercial, mas na potência da própria criação. Exemplo disso é a participação no Grupo Rex, em 1966 e 1967, que marcou sua produção artística. Junto com Nelson Leirner e Geraldo de Barros, artistas que também causavam incômodo com um jeito diferente de fazer arte, Duke Lee resolveu criar uma galeria própria para expor, a Rex Gallery & Sons.
... /+/ "8 = 8 The Virtual Museum Project" 02.08.10 12:09 | 1 comentárioA arte pós-moderna está cada vez mais misturando elementos para encontrar uma linguagem que revele as novas mídias. A interatividade é uma das ferramentas, além da junção de texto, som e imagem nas mais diversas plataformas. O artista chileno Gonzalo Mezza, que pesquisa as relações entre arte e tecnologia desde a década de 70 e é considerado um dos pioneiros nesse campo, trouxe parte de seu acervo para expor na Caixa Cultural do Rio de Janeiro.
Fotos, vídeos e sons se misturam para interagir com o público na mostra 8 = 8 The Virtual Museum Project. São 80 projeções e 16 peças materializadas em impressão digital, acrílico e luzes tipo LED. O projeto tem um visual bem diferente e atual. Os quadros de acrílico iluminados por LEDs verdes permitem a mudança das imagens com o passar da mão pela luz. Mas a participação do público vai além disso, os ruídos da mata e dos índios da trilha sonora também provocam sensações.
... /+/ "Darel Valença: diferentes faces e fases " 26.07.10 11:18 | comente este blogDesenhista, gravador, pintor e professor de artes, o pernambucano Darel Valença é um dos mais importantes artistas brasileiros. Dedicou-se intensamente à ilustração de jornais, revistas e obras literárias e ao ensino das artes gráficas no país. A exposição De Corpo Inteiro – Darel Pinturas Gravuras Desenhos, que está na Caixa Cultural do Rio de Janeiro até 1º de agosto, conta a história profissional do artista em mais de 120 obras.
É uma grande oportunidade para se admirar sua produção múltipla e conhecer os trabalhos mais expressivos. Com curadoria de Sérgio Pizoli, a mostra apresenta ao público pinturas, gravuras e desenhos passando por várias épocas e temas recorrentes, que fazem parte de seis décadas de trabalho de Darel. Além de estudos preparativos e cadernos de anotações.
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