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"Darel Valença: diferentes faces e fases "
26.07.10 11:18 | comente este blog
Desenhista, gravador, pintor e professor de artes, o pernambucano Darel Valença é um dos mais importantes artistas brasileiros. Dedicou-se intensamente à ilustração de jornais, revistas e obras literárias e ao ensino das artes gráficas no país. A exposição De Corpo Inteiro – Darel Pinturas Gravuras Desenhos, que está na Caixa Cultural do Rio de Janeiro até 1º de agosto, conta a história profissional do artista em mais de 120 obras.
É uma grande oportunidade para se admirar sua produção múltipla e conhecer os trabalhos mais expressivos. Com curadoria de Sérgio Pizoli, a mostra apresenta ao público pinturas, gravuras e desenhos passando por várias épocas e temas recorrentes, que fazem parte de seis décadas de trabalho de Darel. Além de estudos preparativos e cadernos de anotações.
Em desenhos fortes e coloridos, ou em preto e branco, estão representados anjos e máquinas, cidades e mulheres, ilustrações e cartazes, natureza morta, enfim, toda a trajetória deste importante artista é contada em traços, cores, equilíbrio, técnicas e formas. As obras não estão organizadas cronologicamente, mas de acordo com os assuntos.
A exposição traz também o lado peregrino de Darel em obras produzidas nas passagens pela Europa, como quando viajou através do prêmio de melhor desenhista do Salão Nacional de Arte Moderna de 1959. Lá, o artista iniciou as séries de paisagens e cidades, um de seus temas preferidos. Mas, no período de
A mostra chega até a produção mais recente, quando ele, sempre moderno, trabalha com digigrafias que, após impressas, são retrabalhadas manualmente, em diversas técnicas, não importando nem a dimensão da obra, nem se o suporte é a tela ou o papel. O resultado é surpreendente. Os visitantes também podem conhecer o passo a passo do atelier, desde os primeiros esboços de Valença até os desenhos finalizados, como é visto nas séries de várias impressões de uma mesma litografia até chegar à obra final.
Serviço:
De Corpo Inteiro – Darel Pinturas Gravuras Desenhos
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3
Endereço: Avenida Almirante Barroso, 25 Centro (metrô estação Carioca)
Data: de 22 de junho a 01 de agosto de 2010
Horário: de terça a sábado, das 10h às 22h e domingo, das 10h às 21h
Informações: (21) 2544 4080
Entrada franca
Assista ao vídeo em:
http://www.rodadamoda.com/video.php?id_video=1094
Por Thais Padua, Rio de Janeiro.
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A obra de um dos ícones da fotografia moderna brasileira foi sintetizada em 57 imagens na exposição German Lorca: Olhar Imaginário, que está na Caixa Cultural do Rio de Janeiro até o dia 29 de agosto. O curador Eder Chiodetto selecionou as imagens que mais marcam o experimentalismo radical e a ruptura com o realismo dentro do vasto acervo do artista, que foi pautado pela influência absorvida a partir de movimentos como o surrealismo e o concretismo.
Nascido pouco depois da Semana de Arte Moderna de 1922, Lorca teve papel decisivo na implantação da fotografia de pensamento e estética modernista em meados da década de 1940. Hoje, aos 88 anos de idade e em plena atividade, o artista paulistano é considerado por historiadores como um marco da fotografia experimental no Brasil.
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Tudo começou com a paixão do arquiteto e curador do museu Richard Valansi pelo universo do design e principalmente pelo design de cadeiras. Desde o início da faculdade ele começou então a colecionar e hoje, possui mais de 1.500 peças, considerado o maior acervo da América do Sul e uma das mais importantes do mundo. “A cadeira não é um mero objeto de quatro pernas, quando você entra aqui nesta sala o que você vê é a criatividade de todo mundo, do design e também a influência dos materiais em cada objeto.”, afirma o arquiteto.
... /+/ "Wesley Duke Lee: exposição de obras inéditas na Pinakoteque Cultural" 09.08.10 15:35 | comente este blogWesley Duke Lee foi pioneiro em várias frentes artísticas, como a realização de happenings, performances, instalações e na discussão sobre o papel do mercado na arte nos movimentados anos 60. Nascido
Apesar do afastamento de uma geração que entrou de cabeça na arte política com o endurecimento do Regime Militar, Lee foi muito corajoso para desafiar instituições e apostar não no sucesso comercial, mas na potência da própria criação. Exemplo disso é a participação no Grupo Rex, em 1966 e 1967, que marcou sua produção artística. Junto com Nelson Leirner e Geraldo de Barros, artistas que também causavam incômodo com um jeito diferente de fazer arte, Duke Lee resolveu criar uma galeria própria para expor, a Rex Gallery & Sons.
... /+/ "8 = 8 The Virtual Museum Project" 02.08.10 12:09 | 1 comentárioA arte pós-moderna está cada vez mais misturando elementos para encontrar uma linguagem que revele as novas mídias. A interatividade é uma das ferramentas, além da junção de texto, som e imagem nas mais diversas plataformas. O artista chileno Gonzalo Mezza, que pesquisa as relações entre arte e tecnologia desde a década de 70 e é considerado um dos pioneiros nesse campo, trouxe parte de seu acervo para expor na Caixa Cultural do Rio de Janeiro.
Fotos, vídeos e sons se misturam para interagir com o público na mostra 8 = 8 The Virtual Museum Project. São 80 projeções e 16 peças materializadas em impressão digital, acrílico e luzes tipo LED. O projeto tem um visual bem diferente e atual. Os quadros de acrílico iluminados por LEDs verdes permitem a mudança das imagens com o passar da mão pela luz. Mas a participação do público vai além disso, os ruídos da mata e dos índios da trilha sonora também provocam sensações.
... /+/ Martins Paulo apresenta coleção inspirada no universo cibernético 20.07.10 15:04 | comente este blogO estilista Martins Paulo é certificado em curso livre de moda pelo SENAI e estudante de Artes Visuais na Universidade Federal do Piauí (UFPI). Iniciou seu trabalho em 2002, criando e desenvolvendo coleções para a indústria da moda. A marca que leva seu nome foi lançada em 2005, sendo selecionada para o Dragão Fashion Brasil (DFB) nos anos de 2006 e 2007, ocasião em que apresentou as coleções O teatro do Oprimido e Alinhavando Torquato.
No Prêmio Rio Moda Hype (PRMH), já apresentou as coleções Ou isto, ou aquilo, inspirada no universo de Cecília Meireles, no inverno 2009, e Mujeres em rojo sangre, com peças hipercoloridas em referência às mulheres do cineasta espanhol Pedro Almodóvar. Depois de vencer a última edição do evento, o piauiense foi resposável pela abertura dos desfiles do 12º PRMH e apresentou um verão futurista para 2011.
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